‘Não fiz nada de ruim’, diz um dos caçadores que perseguiu e matou o leão Cecil no Zimbábue

Caçador Theo Bronkhorst deixa a corte em Hwange

Caçador Theo Bronkhorst deixa a corte em Hwange

O caçador profissional Theo Bronkhorst afirmou à agência France Presse que não fez nada de errado ao acompanhar o dentista americano Walter Palmer durante a caçada que resultou na morte do leão Cecil, símbolo do Zimbábue.

“Não acho que faltei com nenhum de meus deveres. Fui contratado por um cliente para organizar uma caçada para ele e disparamos contra um leão macho velho, que, para mim, superou sua idade reprodutiva, e acho que não fiz nada de ruim”, disse Theo.

O tribunal de Hwange, que vai julgar o caso, apresentou acusações contra o operador de safári, que antes era conhecido por sua profissionalidade.

Bronkhorts foi acusado por “não ter impedido uma caça ilegal” e foi colocado em liberdade vigiada antes do início do julgamento, em 5 de agosto.

Nesta sexta, a ministra do Meio Ambiente do Zimbábue, Oppah Muchinguri, pediu a extradição do dentista americano que matou Cecil, que era protegido e famoso no parque de Hwange.

Fachada do Consultório do Dentista Americano que Matou Cecil - Mundo Animal

Autumn Fuller, de dez anos, coloca um bicho de pelúcia na entrada da clínica River Bluff Dental, do dentista Walter James Palmer, acusado de matar o leão Cecil, no Zimbábue (Foto: Reuters/Eric Miller)

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2 Resultados

  1. Dora disse:

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