Rom Rom Terapia – Depoimento Pessoal

rom rom terapia

Uma pesquisa do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, testou o poder do rom-rom emitido pelos gatos quando estão em repouso em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído do seu gato Rouky. Ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem-estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir.

O mecanismo do ronronado ainda não é conhecido e a sua utilidade para o gato não é bem explicada. No estado ronronante, assim como no sono, pode ser reparador para o corpo do gato. De fato, uma hipótese sugere que o zunir do zangão, cuja freqüência é entre 25 e 30 Hz, pode ter um poder de cura e até mesmo o alívio da dor nos ossos, tendões e músculo. acredita-se que o ronronado também é muito benéfico para os seres humanos, incluindo o efeito relaxante.

É um poderoso anti-stress, regulador da pressão arterial, e das defesas imunológicas . O rom-rom tem efeito terapêutico. Os japoneses apreenderam esta ideia, abrindo e com muito sucesso em Tóquio, os “gato-bares”! Essa novidade se explica: o gato é considerado pelos japoneses um talismã, símbolo de sorte e proteção, e quem não tem um em casa vai pro bar pra receber as boas energias.

Falo por experiencia própria sobre a Rom-Rom Terapia, pois tenho uma historia com minha gata começou um pouco por acaso, mas foi a melhor coisa que já me aconteceu.
Em outubro de 2013, decidi adotar um pet, pois eu andava muito solitária e um pouco deprimida, pois em meados daquele ano comecei apresentar arritmias cardíacas, iniciando o uso de diversos medicamentos para o tratamento, bem como, uma pequena cirurgia para amenizar o problema.
Uma amiga postou algumas fotos de filhotes para adoção em um site, até que me deparei com a imagem daquela que futuramente chamaria de “filha”.

No primeiro momento já me apaixonei, ele era tão pequena, frágil, indefesa e assustada, assim como eu estava me sentindo naquele momento difícil de minha vida.
Entrei em contato com a clinica onde ela estava e já agendei para busca-la no mesmo momento.
Ao chegar e vê-la, foi como se nós tivéssemos conectadas, ela prontamente veio em minha direção e me festejou pedindo carinhos.
A trouxe para minha casa e minha família a recebeu com muita festa e alegria. A batizamos de Chiquita Roxanne, o segundo nome é devido a música do The Police, pois era o que estava tocando quando vi a foto dela.

Com o passar dos dias minha pequena foi se transformando em uma felina forte e robusta, cheia de saúde, amor e muito serelepe.
Quando a levei no veterinário de minha confiança para ele a conhece-la e acompanhar seu desenvolvimento foi uma verdadeira folia, todos na clinica queriam brincar com ela, pois seu carisma fascinava.

Ao completar 6 meses a esterilizamos, achei que teria problemas com o pós operatório, a retirada dos pontos e demais cuidados veterinários que devemos ter com um animal castrado, mas ao contrario, ela se comportou e se cuidou como se soubesse que deveria fazer repouso até se recuperar.

A Chiquita é uma gata especial, ela me acorda todas as manhãs, me dá carinho, amor, acompanha minha rotina, imita meus hábitos, avisa quando algo está errado, percebe quando não estou bem, e fica mais próxima de mim quando estou doente ou indisposta. Sem contar que é extremamente brincalhona, tudo para ela é brinquedo, de bolinha de papel a carretel de lã, minha pequena não consegue ficar sem pular em nenhum momento, somente naqueles em que está dormindo.
Minha “filha” como a chamo e considero, é minha companheira, meu porto seguro, meu grande amor, em nenhum momento humanizo a forma como a trato, pois para mim ela vai ser sempre uma gata com instintos naturais que respeito, porém, sempre a mimo e priorizo seu bem estar, pois ela faz o mesmo por mim.

Segundo o cardiologista, minha doença esta estabilizada, não somente pela cirurgia e pelo tratamento que venho realizando, e provavelmente irei fazer pelo resto da vida, pois meu problema cardíaco apresenta risco de morte súbita, mas 60% da melhora em minha saúde agrego a todo amor e carinho que tenho da minha gata Chiquita, pois segundo meu próprio médico, o “rom rom” do gato auxilia no controle dos batimentos cardíacos da pessoa que recebe, desta forma, não há duvidas que minha “filha” contribui da forma mais terapêutica e natural possível para minha qualidade de vida.

Minha gata me faz bem, pois ela é do bem, e não saberia dizer se eu estaria com minha saúde estabilizada sem a presença desta pequena em minha vida, tenho muito a agradecer a ela, e diversas pessoas devem pensar que “gata vira- lata de sorte, por ter sido adotada e receber uma vida de princesa”, mas sinto informar que ela não teve sorte, sim merecimento de um lar cheio de carinho,pois a sortuda fui eu, por ter sido escolhida pela melhor gata do mundo, para receber dela aquilo que sempre buscamos AMOR.

Karyne Villar Barreto, advogada, Porto alegre-RS

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