Zimbábue pede extradição de dentista americano que matou leão Cecil

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Dentista Walter Palmer posa para o site HuntAmerica.com, site onde caçadores mostram fotos com suas presas como espécie de troféu.

Segundo a força especial para a conservação do zimbábue, o dentista norte-americano Walter Palmer participou de uma caçada noturna no parque nacional de Hwange, no oeste do país, no dia 6 de julho.

Essa caçada resultou na morte do leão Cecil, símbolo do Zimbábue, o felino ainda era estudado pela renomada universidade de Oxford.

Então nesta sexta-feira (31/07), o governo do Zimbábue solicitou aos EUA a extradição de Walter Palmer.

O procedimento para pedir a extradição e tentar julgá-lo já foi iniciado, garantiu em entrevista coletiva o ministro do Meio Ambiente do Zimbábue, Oppah Muchinguri, que lamentou que o caso tenha sido noticiado apenas quando o caçador já tinha deixado o país.

O ministro do Meio Ambiente do Zimbábue confirmou que o proprietário da terra onde o leão foi morto, sobre o qual também pesam acusações, não tinha permissão para permitir caças. O Serviço de Pesca e Vida Silvestre dos Estados Unidos abriu uma investigação sobre o caso.

Embora o animal não estivesse protegido pela lei americana, já que a caça aconteceu na África, as autoridades “compartilham” o interesse do Zimbábue na proteção das espécies ameaçadas, e além disso averiguam se a morte do leão pode estar ligada a uma rede ilegal de tráfico de animais.

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1 Resultado

  1. 4 de agosto de 2015

    […] sexta, a ministra do Meio Ambiente do Zimbábue, Oppah Muchinguri, pediu a extradição do dentista americano que matou Cecil, que era protegido e famoso no parque de […]

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